NESTE NATAL, NÃO COMA O PRESÉPIO!

NESTE NATAL, NÃO COMA O PRESÉPIO!
TORNE-SE VEGETARIANO.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

PROMOÇÃO PARA RESENHISTAS!


A Assessoria do Centro Cultural de Montes Claros manda avisar: agenda de fim de ano, cheia! Zine Sertões manda avisar: promoção à vista!

Seguinte: estamos divulgando aqui 'quatro' das diversas atrações de fim de ano agendadas no Centro Cultural de Montes Claros, e queremos que o público fale! Para participar da promoção, basta escrever uma resenha crítica sobre um dos eventos abaixo e nos enviar junto com uma ou mais imagens do mesmo (foto). Vale resenha em texto corrido ou com entrevistas mescladas; e as fotos devem ter boa qualidade.

Leia e saiba mais! Os 'eventos' são:

FESTIVAL ANUAL DE BALLET JAQUELINE PEREIRA
De quinta-feira, 10, até domingo, 13, sempre às 20 horas, acontecerá o Festival anual de ballet Jaqueline Pereira.


MARCOS PARACATU
Sábado, 19, sobe ao palco o cantor e compositor Marcos Paracatu, para show especial de Natal, que começará às 20 horas.

DESFILE ALÍPIO GOMES
Domingo, 20, também às 20 horas, a atração fica por conta da Mostra Desfile e Perfomance Artística, com direção do fotodesigner e professor universitário Alípio Gomes.

ESPETÁCULO "O QUE ACONTECE DEPOIS DO PARA SEMPRE"
Dia 23, às 20 horas, haverá o espetáculo "O que acontece depois do para sempre", apresentado por crianças, adolescentes e adultos integrantes da 7ª Igreja Presbiteriana, do bairro Major Prates. O texto, de Áurea Faustino, que dirige o espetáculo, sob a coordenação do pastor Tarcísio Porto, é baseado no livro "O fantástico mistério de Feiurinha", e mostra passagens bíblicas buscando respostas a perguntas comuns feitas entre as crianças, sobre o que acontece depois da frase "e eles foram felizes para sempre...

A resenha crítica deve ter:

- mínimo de meia e máximo de uma lauda completa
- word, arial 12, espaçamento simples
- mínimo de uma imagem (foto) do evento
- nome completo do autor
- bom senso

Cada pessoa pode participar com uma resenha sobre cada um dos eventos, mas o prêmio não é cumulativo: cada participante só terá direito de ganhar com uma resenha.

A comissão julgadora contará com o Conselho Editorial do Zine Sertões e um convidado: a professora Roberta Cangussu (artista plástica).

O prêmio: R$ 10 reais em consumo no Empório Canadá + publicação da resenha no blog do Zine Sertões

Os autores cujas resenhas não estiverem dentro das regras da promoção serão avisados por e-mail à tempo de poderem enviar novamente corrigidas, desde que:
- o e-mail tenha sido enviado até 12 horas antes do encerramento da promoção.

PROMOÇÃO VÁLIDA PARA TODO O TERRITÓRIO NACIONAL
DE 09/12/2009 À 24/12/2009
RESULTADO: 30/12/2009
DIVULGADO NESTE BLOG.

Dúvidas?
Pergunte-nos: uhufanzine@hotmail.com

OS MELHORES DE 2009




O Zona Punk abriu as votações para os melhores de 2009! Bandas, músicos, publicações, sites, blogs, jornalistas. O Sertões está sendo votado como Publicação nacional, E-zine e Blog. Esperamos que votem! Para votar é só clicar aqui e fazer o cadastro.

sábado, 5 de dezembro de 2009

TEATRO UNIVERSITÁRIO EM MOC

04 a 09 DE DEZEMBRO


O projeto Teatro Universitário, desenvolvido pela Universidade Estadual de Montes Claros, vai encerrar as atividades deste ano com a mostra de espetáculos, a partir desta sexta-feira (4), envolvendo os alunos das oficinas ministradas entre março e novembro. As apresentações serão realizadas até o próximo dia 9, no auditório do Prédio 2 (campus-sede), na Praça da Matriz e no Centro Cultural Hermes de Paula, com acesso gratuito.
A programação oferece ao público quatro apresentações distintas. Nesta sexta-feira (4), “Exercício Nº 1 Sobre Catrumano”, com o grupo Catrumano, às 20 horas, no auditório do prédio 2. No domingo (6), “Caxambu de Roda”, com o grupo de Danças Populares, às 10h30, na Praça da Matriz.
As outras duas apresentações estão programadas para o auditório do Centro Cultural: segunda-feira (7) – “A Casa de Bernarda Alba”, baseado na obra de Federico Garcia Lorca, com o grupo Avançado (20h30); e na terça-feira (8) – “Boca de Ouro”, com o grupo de Leitura Dramática (19h30).
Mais uma atração do evento, como convidada, será a peça de conclusão de curso dos 13 acadêmicos do 8º período do Artes/Teatro: “Seis Personagens à Procura de um Autor”, inspirado na obra de Luigi Pirandello, programada para a quarta-feira (9), às 21 horas, também no Centro Cultural.



SERVIÇO:


04/12/2009 } 20h } auditório do prédio 2 } “Exercício Nº 1 Sobre Catrumano”
06/12/2009 } 10h30 } Praça da Matriz } “Caxambu de Roda”
07/12/2009 } 20h30 } Centro Cultural } “A Casa de Bernarda Alba”
08/12/2009 } 19h30 } Centro Cultural } “Boca de Ouro”
09/12/2009 } 21h } Centro Cultural } “Seis Personagens à Procura de um Autor”

ENTRADA GRATUITA.

Fonte: release Unimontes.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Cazuza, um idiota morto: a resposta.


Quem nunca recebeu uma daquelas correntes desinteressantes sem pé ou cabeça? Bom, acredito que nenhuma resposta positiva foi ouvida. (silêncio)
 
Este texto (o segundo de cima para baixo) me foi enviado já há muito tempo, mas como não houve repercussão alguma, nunca me preocupei em respondê-lo. A falta dessa ‘repercussão’, inclusive, prova que o texto não apresenta embasamento ou coerência, e que a própria autora destaca a péssima maneira com que ela mesma cria sua filha, e vou provar ‘como’:

Cazuza: homem mediano, poeta completo.

Cazuza era de classe média, foi uma criança como eu fui, como são todas as crianças. A diferença entre sua vida e a nossa, foram os contatos que ele teve desde menino: Caetano, Vinícius de Moraes, João Gilberto... mais inúmeros ícones da Bossa Nova e ÁS de uma época tropicalista, de lutas e desafios com intuito de construir um país livre. Poetas, literatos, músicos e pensadores responsáveis pelo que temos de melhor no emaranhado de produções culturais brasileiras. Nomes que mostraram o melhor do Brasil ao Mundo. Cazuza teve a sorte de viver entre os mais dos mais e, talvez não por mérito próprio, mas exatamente pelo ambiente em que cresceu, tenha sido o grande poeta que foi.
Esse cidadão dizia “meu heróis morreram de overdose”, mas não disse que eram seus heróis porque morreram de overdose. Na mesma canção que diz isso, Cazuza evoca: “Meu partido é um coração partido, e as ilusões estão todas perdidas. Os meus sonhos foram todos vendidos tão barato que eu nem acredito” e “Ideologia, eu quero uma pra viver”. Ele não enaltece a overdose, mas afirma que há algo de errado. Um mundo sem ideologia é um mundo sem sonhos, sem razão para viver. “Meu sex and drugs não tem nenhum rock 'n' roll”, não completa, não anima a alma, não dá razão à vida.
Não me lembro de nenhum show em que Cazuza tenha jogado a bandeira do Brasil no chão (isso fazem nossos deputados e senadores o tempo inteiro, e nem por isso recebo textos tão depreciativos acerca deles). Procurei também na internet, nunca houve este episódio. A única cena em que me lembro de ter visto Cazuza com a bandeira do Brasil foi numa imagem de 1985, quando ele abraçou o pano verde e amarelo finalizando o show no Rock in Rio com as palavras: "Que o Brasil nasça lindo para todo mundo amanhã, um Brasil novo, com uma rapaziada esperta".
Altos, baixos e médios “fizeram parte do show” de Cazuza. Isso, porque apesar de artista idolatrado e aplaudido, Agenor de Miranda Araújo Neto era homem, errou, teve vícios, escolheu caminhos difíceis e, como muitos em sua época, não viveu para dizer que houve arrependimento e que “crianças, não façam o que fiz”.
Se Cazuza foi ou não um marginal, não diz respeito ao que ele foi como poeta. Se Cazuza foi ou não drogado, não muda o que foi como precursor de uma juventude à procura de ideais. Se Cazuza foi ou não “mimado”, “filhinho de papai”, ou que nunca tenha precisado trabalhar... bom, estamos falando do ídolo, não da pessoa. A criação de um filho quem sabe como dar são os pais.
Foi pela educação que tive dos meus pais, inclusive, que pude assistir ao filme de Cazuza quando tinha dezesseis anos (em 2004) e não dei as costas ao cinema com a idéia de que seria famosa usando drogas e “participando de bacanais”. Talvez a má educação dada pelos pais seja ainda maior em relação aos adolescentes que assistiram ao filme e não tiveram o mínimo de visão crítica quanto ao triste fim do Cazuza-homem: que se drogou, exacerbou-se no sexo sem se preocupar com a preservação da própria vida, brigou milhares de vezes com os pais, tinha enormes defeitos, contraiu uma doença venérea rara (na época) e, ainda sem responsabilidade, morreu passando os últimos dias com um cigarro entre os lábios.
Quão transviada é essa nossa juventude que não lhes é claro o suficiente os malefícios de uma vida vivida como a de Cazuza e mostrada no filme?
Quão deturpada é a visão de uma psicóloga (ou de qualquer pessoa que perca tempo acusando um filme, um poeta, uma vida... pelos motivos errados) que não conseguiu enxergar o ídolo por trás do homem? O poeta escondido no garoto sem pudores? O êxtase de se entender as entrelinhas de uma letra aparentemente simples, de olhar para trás e pensar: “não há mais ídolos como havia antigamente, não há poetas mais com quem podemos concordar”, de entender que bens e males é que constituem uma vida, e que o show de Cazuza foi muito além da vida cheia de arruaças: foi a poesia, e a forma como aprendemos, através dela, que é preciso viver “porque o tempo não pára”.

________________________________________

Montes Claros, 03 de dezembro de 2009

resposta por: Emanuela Almeida Pereira
emanuelaap@yahoo.com.br / almeida.manuh@hotmail.com
Graduada em Jornalismo - Norte Mineira de Espinosa/Montes Claros -- Fascinada pelas letras e demais escritos do poeta Cazuza


Resposta à:

Cazuza, um idiota morto.
GENTE!
PARABÉNS PARA QUEM ESCREVEU ISTO COM MUITA CORAGEM. LEIAM, É IMPORTANE DIVULGAR.

Esse cidadão dizia "todos os meus heróis morreram de overdose". E era aplaudido.
Vcs se lembram quando o Cazuza, durante um show, jogou a bandeira do Brasil no chão e a pisoteou?
A UEB e outras entidades repudiaram o ato, em ofícios diretamente a ele e aos meios de divulgação.
Ele ainda dizia que “faz parte do meu show”...

É ... DEVIAM COLOCAR o texto abaixo NUM OUTDOOR LÁ NA PRAÇA CAZUZA, NO LEBLON....
Psicóloga x Cazuza!

Esta mensagem precisa ser retransmitida para todas as FAMÍLIAS!
Uma psicóloga que escreveu, corajosamente algumas verdades.
Uma psicóloga que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto:

'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado.
No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora..
Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas, fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido. Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissessem NÃO quando necessário?

Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor .

Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar.. Não se preocupem em ser 'amigo' de seus filhos.

Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi à pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'

Karla Christine
Psicóloga Clínica


P.S.: Todas as palavras e expressões recebidas pelo e-mail foram mantidas, inclusive os erros de concordância, gramática e compreensão.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O ANO DA FRANÇA NO CINEMA DO BRASIL

O Cinema Comentado e o CineSesc desde mês seguem a linha da Mostra do Cinema Francês Contemporâneo divulgada no site do Sesc Brasil. A Mostra acontece em Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Rondônia. Minas Gerais não consta na lista do site nacional, embora os filmes da mostra estejam em cartaz na programação dos Cines locais. Mais sobre a Mostra aqui.


Em dezembro, o Cinema Comentado Cineclube e o CineSesc apresentam uma programação especial com a Mostra do Cinema Francês Contemporâneo. Entre 05 e 20 de dezembro, serão exibidos seis produções contemporâneas, que abordam temáticas e estilos diversos da cinematografia francesa. Essa programação, além de oferecer filmes recentes e de qualidade ao público, permitirá uma ação conjunta do Cinema Comentado e do CineSesc na exibição de obras inovadoras, envolventes e polêmicas. A programação, aos sábados, será:

05/12 – “A França” (2007), dir: Serge Bozon.
12/12 – “Até Já” (2004), dir: Benoit Jacquot.
19/12 – “Assassinas” (2006), dir: Patrice Grandperret.

No sábado, dia 05/12, acontece a estréia de A FRANÇA (2007), produção que traz um novo olhar sobre a temática da guerra. Outono de 1917: A milhas de distância do campo de batalha, a jovem Camile leva uma vida marcada pelas notícias que seu marido manda do front. Um dia ela recebe uma carta em que ele termina com o casamento. Desnorteada e determinada a preservar o matrimônio a qualquer custo, Camile decide se disfarça de homem para encontrá-lo. No seu percurso encontra um pequeno grupo de soldados que não suspeitam de sua identidade. Ao segui-los, ela descobre o que nunca poderia imaginar, o que seu marido nunca lhe contou e o que seus novos companheiros irão evitar lhe mostrar: a verdadeira França.

O Cinema Comentado Cineclube acontece todo sábado, a partir das 19h, na sala 44 do Sesc – Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). A entrada é gratuita e há sempre um bate-papo após as exibições.


CINESESC















A programação do CineSesc, em dezembro, destaca as obras da Mostra do Cinema Francês Contemporâneo e traz obras inovadoras na discussão de temáticas atuais. Serão exibidos:


06/12 – “A Esquiva” (2004), dir: Abdelatif Kechiche
13/12 – “O Último dos Loucos” (2006), dir: Laurent Achard.
20/12 – “De Volta à Normandia” (2007), dir: Nicolas Philibert.


No domingo, dia 06/12, acontece a sessão de A ESQUIVA (2004), filme dirigido pelo tunisiano Abdellatif Kechiche, que apresenta um olhar singelo sobre um grupo de jovens de um bairro parisiense. A película combina drama e comédia para focar um cotidiano suburbano marcado pelo choque de culturas e tensões da adolescência. O ponto de partida é uma peça teatral encenada por estudantes da periferia e cuja temática – desde o conflito de classes às desilusões amorosas – irá estabelecer relações bem próximas entre vida e arte. A peculiar atração do casal Krimo e Lydia provoca uma série de episódios, geralmente divertidos e por vezes surpreendentes, que envolvem todos os personagens num intrincado jogo de equívocos e contradições.


A ESQUIVA insere-se na linha dos filmes sobre minorias étnicas – neste caso, a comunidade abordada é a islâmica – mas o retrato apresentado adota tons mais leves e otimistas sem cair na “estética sensacionalista” do crime e da violência. Kechiche constrói uma narrativa que conquista pela eficaz captação de ambientes e esferas urbanas, que servem de cenário a um curioso e sensível retrato da adolescência onde as referências culturais entram em colisão e tendem a reformular-se. O elenco é preciso e convincente, e os personagens provocam doses suficientes de empatia para que o seu “destino” cative e envolva os espectadores.


O CineSesc acontece em parceria com o Cinema Comentado Cineclube e a Programadora Brasil, apresentando sessões todos os domingos, no Salão de Convenções do Sesc-Pousada Montes Claros, a partir das 19h (novo horário). O endereço do Salão é Rua Viúva Francisco Ribeiro 199 (Ginásio do Sesc). As sessões são gratuitas, abertas a todos os interessados, e depois acontece um bate-papo com a platéia sobre o filme apresentado.

Fontes: release Cinema Comentado e site Sesc Brasil

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

FESTA (?) DO PEQUI



De acordo com release enviado pela prefeitura de Montes Claros (que, por sinal, afirma com veemência que ontem havia centenas de pessoas para o lançamento da Festa do Pequi na Praça da Matriz), hoje tem show de Renato Teixeira e final do "Festival Viola dos Geraes". O Teixeira está marcado para as 20h, mas nunca se sabe... pode começar às 21h, ou 22h... quem sabe 23h.

P.S.: Muita gente sabe, tem mais gente querendo saber: é óbvio que a movimentação interessantíssima ontem na Matriz foi pelo espetáculo MARAVILHOSO do Grupo Galpão. A divulgação da Festa do Pequi foi super mal planejada, mal feita e pouco interessante. Centenas de pessoas não saíram de suas casas para escutar prefeito falar (mentir).

No mais, Teixeira ainda vale ir ao Centrão. Do site oficial:

Renato Teixeira por ele mesmo.

Confesso que não é nada fácil ter que contar minha história. Viver é uma coisa tão normal, que não vejo diferença nenhuma entre a vida de um artista e de qualquer pessoa. Entretanto, num determinado momento de nossa carreira, o trabalho que realizamos começa a ganhar notoriedade e a curiosidade aumenta, então a gente conta alguma coisa...

Muitos estranham o fato da minha música ter origens caipiras e eu ser caiçara, nascido em Santos. Vejo isso como uma questão puramente familiar; são fatos circunstanciais, apenas. Passei a infância em Ubatuba e a adolescência no interior do Estado. Meu pai melhorou de emprego com essa mudança; eu e meu irmão já estávamos em idade escolar; Taubaté, naquele momento, era mais conveniente. Mudamos para lá. E foi muito bom! A música, em Ubatuba, já fazia parte do meu dia-a-dia.

Das atividades familiares a que mais me interessava era a música; todos tocavam e alguns eram, verdadeiramente, músicos. Eu poderia ter sido fogueteiro como meu avô Jango Teixeira, que tocava bombardine na banda. Poderia ter sido professor como meu avô paterno, Theodorico de Oliveira, que tem uma linda história intelectual com a poesia e a literatura.

Mas a música não me deixou espaços. Quis ser arquiteto por influência de um verso de Manuel Bandeira pregado na parede do atelier do Romeu Simi,; " Passou a arquitetura, ficou o verso." Vim para São Paulo no final dos anos sessenta, por indicação de Luiz Consorte que colocou uma fita com minhas músicas nas mãos de seu tio, Renato Consorte, que a enviou para os ouvidos do Walter Silva. Dei sorte! O Walter era um grande promotor de novos artistas e um homem muito conhecido nos meios de comunicação. As portas se abriram e, logo eu estava no Festival da Record de 67. Minha música era Dadá Maria e foi defendida pela Gal Costa (também em começo de carreira) e pelo Silvio César. Mas, no disco do festival, quem canta com Gal sou eu. Foi minha primeira gravação. Participei daquela fatia da história da MPB como um espectador privilegiado.  (Leia mais aqui).





Serviço

Renato Teixeira
Montes Claros } Praça da Matriz } (quem sabe) 20h.

'METAMORFOSE' DE KAFKA EM TEATRO




Dentro das atividades da disciplina de Teatro, os alunos do quarto período de jornalismo devem montar uma apresentação final, cujo produto será aberto ao público na próxima terça . A apresentação consiste numa leitura 'modernosa' do original de Kafka: ‘A Metamorfose’ que, segundo a professora Roberta Cangussu, “segue uma proposta contemporânea, híbrida, com utilização de recursos de audiovisual e estética minimalista”. “A função do teatro dentro do curso de comunicação é extremamente importante, pois ele auxilia nas práticas inerentes a este ramo, como postura, voz e a própria técnica teatral. Só é possível aprender teatro, fazendo teatro,” disse a professora. A novidade fica por conta do cenário, no melhor estilo Lars von Trier; além da noção estética e subjetividade aplicadas ao personagem principal: a metamorfose 'física' fica por conta da imaginação do próprio espectador, enquanto que a metamorfose 'subjetiva' é evidente. Em estilo nada convencional, a montagem baseada na obra de Franz Kafka promete.  

Sinopse

Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor – personagem principal da trama - vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental.



Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também começam a se manifestar. A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões. Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção.



Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã (Grete) também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa. A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.


Serviço

METAMORFOSE
01/12 } 20h40 } pátio do Campus São Luis da Funorte
Rua Lírio Brant, 787 - Melo.
Entrada franca.

Professora responsável: Roberta Cangussu
Projeto gráfico: Manuh Almeida

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

PRÓXIMO DIA 26! Grupo Galpão em Montes Claros








O Grupo Galpão é uma companhia de teatro criada há 27 anos, com origem ligada ao teatro popular e de rua.



Na turnê 2009, o grupo apresenta em Montes Claros a peça "Till - a saga de um herói torto".







Dia 26 de novembro (quinta-feira), na Praça da Matriz, às 20h30.


TILL - A SAGA DE UM HERÓI TORTO

Um dia, na eternidade, o Demônio aposta com Deus que se tirasse do homem algumas qualidades, ele cairia em perdição. Deus, aceitando o desafio, resolve trazer ao mundo a alma de Till. Vivendo em uma Alemanha miserável, povoada de personagens grotescos e espertalhões, logo de início nosso protagonista é abandonado em meio ao frio e a fome e descobre que a única maneira de sobreviver naquele lugar é se tornar ainda mais esperto e enganador. Assim começa sua saga cheia de presepadas e velhacarias.Criado pela cultura popular alemã da Idade Média, Till é o típico anti-herói cheio de artimanhas e dotado de um irresistível charme. Um personagem que tem parentesco com outros tipos de várias culturas, por exemplo, que se assemelha muito ao nosso Macunaíma ou ao ibérico Pedro Malasartes. Além de Till e uma infinidade de rústicos personagens medievais, a peça conta também a história de três cegos andarilhos que buscam a redenção, sonhando alcançar as torres de Jerusalém e salvar o Santo Sepulcro das mãos dos infiéis.Num mundo em que é cada vez mais marcante a presença dos excluídos e dos desprovidos de qualquer suporte material, a parábola das aventuras do anti-herói Till Eulenspiegel torna-se de uma atualidade inquietante.

Fonte: site Grupo Galpão
Imagem: clique para ampliar


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Conexão Vivo seleciona artistas de todo o país para shows em Recife


Em parceria com a Funarte, o Conexão Vivo realiza um circuito de shows complementar à programação da Feira Música Brasil


Artistas, cantores, bandas e DJs de todo o país podem se inscrever até 20 de novembro no edital Conexão Vivo - Feira Música Brasil, um circuito de shows complementar à programação da Feira, que acontece de 9 a 13 de dezembro em Recife, PE. As inscrições são gratuitas e realizadas exclusivamente pelo portal http://www.conexaovivo.com.br/.

Serão selecionados 18 artistas de quaisquer gêneros musicais, que vão se apresentar em vários locais (entre espaços abertos e casas de shows) de Recife e Olinda entre os dias 9 e 13 de dezembro, ao lado de músicos convidados e patrocinados pelo programa Conexão Vivo. Para participar, é necessário criar um perfil no portal, postar no mínimo 02 (duas) músicas completas, 01 (um) release/currículo, 01 (uma) foto do artista/grupo/DJ e preencher a ficha de inscrição exclusiva para esse edital.


Os artistas serão selecionados através de curadoria formada por profissionais indicados pelos representantes das entidades que compõe o Conselho Provisório da Rede Música Brasil. Não há restrições quanto à inscrição de trabalhos autorais, versões, instrumentais ou cantados em outros idiomas. As músicas postadas não precisam ser inéditas, mas devem ser obrigatoriamente executadas pelo próprio artista/grupo. Vídeos, fotos, links, matérias escaneadas e postadas no perfil do artista serão consideradas relevantes na avaliação da curadoria, mas é opcional a cada artista inscrito.


O circuito


O Conexão Vivo - Feira Música Brasil é um circuito de apresentações musicais que acontecerá durante a Feira em horários alternados com a programação oficial. Os artistas selecionados receberão uma ajuda de custos para a realização do show incluindo uma estimativa de gastos com passagens e hospedagem. A maior parte dos shows acontecerá após a meia-noite, quando se encerra a programação oficial da Feira no palco do Marco Zero. O Conexão Vivo também estará presente com um estande dedicado à mostra de experiências, serviços e projetos na área musical no Terminal Marítimo, no Recife Antigo.


Parceria com a Feira


A proposta do Conexão Vivo - Feira Música Brasil é enriquecer a programação cultural da capital pernambucana durante o evento, compondo um rico circuito que envolverá boa parte da cidade do Recife - suas casas noturnas, seus equipamentos públicos de cultura e até mesmo suas ruas - permitindo ampla circulação dos participantes da Feira Música Brasil - compradores, articuladores, curadores, diretores de festivais e financiadores nacionais e internacionais – que serão especialmente convidados para as apresentações, assim como toda a população de Recife.

A Feira Música Brasil – Música Tocando Negócios é uma iniciativa do Ministério da Cultura com a realização da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e conta com o Apoio da Prefeitura de Pernambuco, da Fundarpe, do Governo de Pernambuco e das principais entidades do setor: ABEART, ABEM, ABER, ABMI, ABPD, ABRAFIN e ARPUB, constituída como a mais importante feira de negócios da cadeia produtiva da música já realizada no país.



Conexão Vivo




O Conexão Vivo é uma plataforma de desenvolvimento cultural pioneira no país, constituída por uma rede de projetos incentivados abrangendo elos fundamentais da cadeia produtiva da música. A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultural da Vivo, que tem no Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas.


EDITAL CONEXÃO VIVO - FEIRA MÚSICA BRASIL


Aberto até 20 de novembro de 2009
Shows entre os dias 09 e 13 de dezembro – Recife - PE
Inscrições e mais informações: http://www.conexaovivo.com.br/
www.feiramusicabrasil.com.br | atendimento@conexaovivo.com.br


Para se inscrever no Edital de Música do Concurso Conexão Vivo na Feira Música Brasil você deve seguir os seguintes passos:



Criar um perfil no portal Conexão Vivo.
Ler e aceitar os termos do Regulamento.
Preencher a ficha de inscrição e clicar em enviar.
Colocar no seu perfil os materiais requisitados para a participação.

Inscrição aqui.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

É DE GRAÇA, MAS É NO RIO.

Leis de Incentivo à Cultura: mesa-redonda GRÁTIS‏